O escritório F.Costa & Antonia A.
visa proporcionar soluções jurídicas preventivas e TI o qual atendam adequadamente aos interesses de seus clientes, propomos alternativas preventivas com avaliação percuciente de riscos, orientação clara ao cliente através de experiência multifuncional adquirida ao longo do tempo.

Sempre atento, nosso escritório centraliza esforços numa atuação preventiva, estruturando negócios e contratos, sob as mais variadas formas jurídicas e informacionais, com o objetivo fundamental de garantir segurança a seus parceiros, propiciando agilidade e certeza no processo decisório.

Com atendimento personalizado e acessibilidade facil, o escritório atende perfis diferenciados no que concerne a pessoas físicas e jurídicas, respeitando as peculiaridades e buscando satisfazer às expectativas diferentes de cada uma delas.
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  • Família: Divorcio, Alimentos
  • Sucessões: Inventários, Alvarás
  • Consultoria preventiva com parecer jurídico
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Textos do Blog

FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL DAS ONGS: A SUSTENTABILIDADE COMEÇA AQUI



Por PABLO ROBLES* - 08/10/2015


Mudar o mundo. Esse é o lema que une (ou deveria unir) as instituições e movimentos da sociedade civil. Contudo, a prática parece muitas vezes distante da teoria.Audemars Piguet Replica Watches Os resultados alcançados, não raro, mostram-se aquém dos sonhos almejados. Onde está o problema? Por que uma missão tão nobre, necessária e consensual – mudar o mundo – encontra tantos obstáculos no universo da sociedade civil organizada?


Não estou sendo pessimista nem sugerindo que mudar o Zenith Replica Watches mundo é impossível. Mudar o mundo é a nossa causa: a minha, a sua e de todas as entidades e grupos que abraçaram o desafio de se organizar coletivamente (de maneira juridicamente formalizada ou não) em prol de melhorias para sua comunidade, para populações desfavorecidas, para a cidade e para o meio ambiente, no âmbito das mais diversas temáticas, linhas e estratégias de atuação.


Partindo da premissa, frequentemente ouvida entre os agentes sociais, de que a captação de recursos é a dificuldade número 1 da sociedade civil, devemos então nos perguntar: Somos insustentáveis? Claro que não! Esse discurso da “carência financeira” é contraproducente. Não podemos esquecer que, em seu conjunto, a sociedade civil é feita de gente sensível, competente, solidária e combativa. E essa gente, vale frisar, é o “recurso” fundamental, indispensável e mais valioso das comunidades e suas expressões organizativas.


Afinal, todo mundo tem valores, conhecimentos,breitling bentley replica ideias, experiências, habilidades, atitudes e contribuições que podem ser disponibilizadas de alguma forma para o bem comum. Dizer que não se tem alguns minutos por dia para fazer ou inspirar o bem não serve como desculpa. Às vezes uma simples ideia, uma sincera orientação e uma recomendação de contato podem ser cruciais para viabilizar, salvar e fortalecer um importante projeto operado em seu bairro. A solidariedade não é um apêndice da existência; é o alicerce da felicidade coletiva.


Em nossa concepção, a captação de recursos não é (e talvez nunca tenha sido ou será) o principal desafio da sociedade civil. Recursos jamais faltariam se houvessem estratégias adequadas para identificá-los, potencializá-los, retê-los e multiplicá-los. Entendemos que o gargalo maior da sociedade civil é a falta de estratégias, inclusive para sensibilizar pessoas, apoios e soluções para a consecução de suas atividades, serviços e ideais. 


Traduzindo essa problemática em termos construtivos e objetivos, afirmamos que a construção da sustentabilidade das organizações não governamentais (ONGs) começa pelo fortalecimento institucional. Tais atores, juntamente com os movimentos sociais, ilustram bem a vocação associativa e emancipadora da sociedade. Vocação esta que passa ao largo da quantidade de dinheiro a serviço desses coletivos. O que está em jogo, acima de tudo, é a qualidade da estratégia estabelecida e atualizada para dar vitalidade mínima aos anseios comunitários.


O fortalecimento (ou desenvolvimento) institucional é justamente a conversão de todo esse arsenal estratégico em uma filosofia de trabalho que potencialize os meios existentes e garanta o êxito dos resultados perseguidos, mesmo quando as condições se mostrem adversas. Ter dinheiro e investimentos é ótimo e sempre desejável. Mas não ter sabedoria institucional para driblar as contingências e buscar alternativas é algo muito mais preocupante.


Convém salientar que os recursos, ativos e acúmulos estratégicos (organizados para fins genuinamente sociais) são gratuitos e abundantes. Visite uma comunidade “carente”, conviva um pouco com seus moradores e você confirmará essa tese. A precariedade das moradias é inversamente proporcional ao espírito solidário que reina entre seus habitantes. Táticas diversas são forjadas para tentar manter suas necessidades e dignidades em dia.


É claro que as comunidades não podem ser desamparadas pelas políticas públicas e investimentos privados. Reivindicar isso com propostas, inclusive, é uma soberana estratégia, pois sabemos que os governos não podem se eximir de suas responsabilidades e as empresas precisam humanizar seus paradigmas de mercado. A sociedade civil, por outro lado, ao se mostrar refém do círculo vicioso da falta de grana para tocar seus projetos, se acomoda e perde sua brilhante criatividade, abortando as estratégias que deveriam ser acionadas para agigantá-la e recolocá-la na marcha proativa do fortalecimento institucional. 


Em vez disso, se aprendermos a enxergar as crises como oportunidades de reinvenção e superação, o mundo e o universo agradecerão. Não são os poderes individuais de cima que vão realinhar as órbitas de uma civilização à deriva. O bastão da esperança está (e do ponto de vista revolucionário sempre esteve) no andar primário, anônimo e legítimo das populações e fazeres coletivos de baixo, cuja maior e mais democrática tecnologia chama-se utopia.


PABLO ROBLES é Diretor Presidente do Instituto Sinergia Social. 


E-mail: pablodosocial@gmail.com


 







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